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	<title>Blog Chegou Bebê</title>
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	<description>O blog da mamãe que nasceu em você</description>
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		<title>Criança consegue guardar segredo?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2012 15:10:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chegou Bebê</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filhos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Esta matéria foi originalmente escrita no Guia do Bebê UOL. &#160; Não conte para ninguém, tá? Será que uma criança é capaz de cumprir esse pedido? Quantas vezes pais e pessoas que convivem com crianças já se pegaram pedindo para o pequeno guardar um segredo? Pode ser algo como: “Papai Noel não existe, mas não conta [...]</p><p>O post <a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/11/30/crianca-consegue-guardar-segredo/">Criança consegue guardar segredo?</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog.chegoubebe.com.br">Blog Chegou Bebê</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta matéria foi originalmente escrita no Guia do Bebê UOL.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><em>Não conte para ninguém, tá?</em> Será que uma criança é capaz de cumprir esse pedido?</h2>
<p>Quantas vezes pais e pessoas que convivem com crianças já se pegaram pedindo para o pequeno guardar um segredo? Pode ser algo como: “Papai Noel não existe, mas não conta pro seu irmãozinho”, ou mesmo algo mais sério: “tudo bem, eu deixo você andar no carro fora da sua cadeirinha, mas não conta para seu pai!”. Afinal, será que crianças são capazes de guardar um segredo?</p>
<p>A resposta é simples: não adianta ameaçar, fazer chantagem, implorar. Nada disso funciona. Criança não guarda segredo e ponto final. Dependendo da idade da criança ela pode repetir o segredo em voz alta assim que você terminar de cochichar no ouvido dela, ou demorar um pouquinho mais para revelá-lo, mas uma hora ou outra, vai acabar falando.</p>
<p>“Contar um segredo a uma criança é entregar a ela algo muito mais forte do que ela pode segurar”, explica Maria Tereza Raduan, psicóloga especializada em terapia familiar. “Em geral, as crianças se sentem muito divididas com segredos, é algo muito pesado para carregarem sozinhas. Não conseguem lidar com isso”.</p>
<p><img src="http://guiadobebe.uol.com.br/media/34ad50a078034005bf59c303a94e106e/01/mae-contando-um-segredo-para-o-seu-filho-foto-matka_wariatka-shutterstock-0000000000007557.jpg" alt="Mãe contando um segredo para o seu filho - Foto: matka_Wariatka / ShutterStock" width="560px" height="420px" /></p>
<p>A especialista explica que os pequenos sempre têm a figura de um “melhor amigo” para quem podem contar tudo, e não poder compartilhar um segredo faz a criança sofrer muito. “Ela sente que está traindo alguém: se contar trai quem pediu segredo, se não contar trai o grande amigo”, diz Maria Tereza.</p>
<p>Existem alguns casos em que a criança acaba guardando um segredo como, por exemplo, quando sofre abuso sexual e se sente severamente ameaçada. Ou quando, por sentir vergonha, não fala sobre a separação dos pais. “Nesses casos específicos a criança pode demorar muito para falar sobre o assunto, mas sempre aparecem sintomas”, alerta a psicóloga. Por isso, ficar atento ao comportamento dos pequenos é fundamental.</p>
<p>Portanto, o melhor que os pais têm a fazer é evitar dividir segredos com as crianças de qualquer idade, sejam bons ou ruins, segredos de família ou bobagens como festas surpresas. A recomendação é clara e objetiva: não conte segredo para crianças! Se para os adultos é difícil guardá-los, imagine o que fazem com a cabeça de uma criança.</p>
<div>
<p>Paula R. F. Dabus</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O movimento do pêndulo</title>
		<link>http://blog.chegoubebe.com.br/2012/10/25/o-movimento-do-pendulo/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Oct 2012 11:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatriz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[dupla jornada]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[mãe profissional]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Cada vez mais, leio em revistas e assisto em programas de televisão depoimentos sobre como nós, mães, temos que aceitar as limitações do nosso ofício. Isto é, como mulheres, em pleno século XXI, temos o controle de natalidade na bolsa (mais precisamente na cartelinha de pílula), bem como o direito de escolher trabalhar fora ou não (e a [...]</p><p>O post <a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/10/25/o-movimento-do-pendulo/">O movimento do pêndulo</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog.chegoubebe.com.br">Blog Chegou Bebê</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez mais, leio em revistas e assisto em programas de televisão depoimentos sobre como nós, mães, temos que aceitar as limitações do nosso ofício. Isto é, como mulheres, em pleno século XXI, temos o controle de natalidade na bolsa (mais precisamente na cartelinha de pílula), bem como o direito de escolher trabalhar fora ou não (e a coragem suficiente para validar nossas escolhas perantes nossos parceiros). Temos a possibilidade de não termos companheiro. Ou termos uma companheira. Mas, claro, toda essa liberdade tem um preço. A culpa. Temos que lidar com isso.</p>
<p>Não é fácil (e eu preciso mesmo repetir isso?). Mas é real. Uma necessidade latente em nosso dia a dia, em nosso coração romântico. A gente não quer só trabalhar, quer ser reconhecida e ganhar bons salários. A gente não quer só ter um marido, mas ter um amigo colaborador e pai participativo. A gente não quer só esperar para ter filho quando estivermos bem colocadas no mercado, mas ter a flexibilidade no emprego para poder dar à luz. Tanta expectativa e exigência - com a gente e com o mundo &#8211; , como vocês estão exaustas de saber, nos leva à&#8230; culpa.</p>
<p>Fato é que algumas tantas mulheres andam percebendo que delegar é preciso. Que nem sempre dá para conciliar. E que, infelizmente, a vida é feita de escolhas. Entre elas, muitas que envolvem e afetam diretamente a realização pessoal feminina (a qual é bem mais complexa que a masculina&#8230;). Não dá, minha gente, não dá para abraçar tudo e todos. Ser a vice-presidente e comparecer à festinha na escola sem faltar a um dos compromissos. Não dá para fazer o jantar dos sonhos sem sair mais cedo do trabalho, ou deixar de boicotar a academia para dar uma passadinha urgente no supermercado. Não fazer nada disso é coisa de super mulher. E há de haver um consenso (pelo menos parece que estamos querendo chegar a ele) que não somos super. Nem sem filhos. Imagine com eles.</p>
<p>Então, me encontro aqui, em meu home office. Cheia de ideias relacionas à profissão. Motivada para conseguir realizar alguns projetos. Totalmente pendente para meu lado Bia jornalista. Não que eu tenha esquecido das minhas outras facetas. Nem dá. Antes de digitar esse inspirado post, já assisti a um telejornal, coloquei roupa para lavar, orientei a faxineira, dei biscoito para o cachorro, lavei a louça e sentei para tomar café da manhã para o filho. Mas que, muitas vezes, a balança pende mais para um lado do que para o outro, ela pende. E, sinceramente, acho que não devemos usar o tal balancê para nos culpar ainda mais. A corrente das mães mais realistas é que está certa. Tem horas em que é preciso assumir esse movimento - e se pendurar no pêndulo, indo para onde ele te levar. Com certeza, ele vai voltar. É física.</p>
<p><em>* Esse post foi originalmente publicado em meu blog Mãe da Cabeça aos Pés, em 20 de setembro. Achei que ele merecia ser reblogado por aqui&#8230; Afinal, sintetiza o espírito da mãe moderna, que vê a vida do avesso com a chegada do bebê. Como podem ver, a vida volta ao normal &#8211; ou perto disso!</em></p>
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		<title>Ideia para mães multifuncionais</title>
		<link>http://blog.chegoubebe.com.br/2012/07/04/ideia-para-maes-multifuncionais/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jul 2012 10:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatriz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[brincadeiras]]></category>
		<category><![CDATA[culpa]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento de culpa]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Falar que mãe é multifuncional é quase sempre pleonasmo. Mas, é a melhor maneira de deixar claro quando uma mulher, com filho, se divide em mil e uma. Se existe alguma que não se divide? Bem, acho que sim. Mas, via de regra, todas, na verdade, se multiplicam. A diferença é que umas acreditam que têm mais braços [...]</p><p>O post <a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/07/04/ideia-para-maes-multifuncionais/">Ideia para mães multifuncionais</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog.chegoubebe.com.br">Blog Chegou Bebê</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falar que mãe é multifuncional é quase sempre pleonasmo. Mas, é a melhor maneira de deixar claro quando uma mulher, com filho, se divide em mil e uma. Se existe alguma que não se divide? Bem, acho que sim. Mas, via de regra, todas, na verdade, se multiplicam. A diferença é que umas acreditam que têm mais braços do que outras, e se cobram por isso. Outras são mais realistas, assumem suas fraquezas, e lidam melhor com a maternidade real.</p>
<p>Todas são ocupadas. As que escolhem a maternidade em tempo integral e as que trabalham fora. Mas, há aquelas que se desdobram para não só fazer tudo, como fazer da melhor forma. Mulheres perfeccionistas, que sofrem com a auto-crítica, e que se frustram quando não conseguem cumprir isso ou aquilo, como desejavam. Perdem noites de sono pensando na arrumação do quarto, em como tirar a mamadeira ou em como dar mais atenção ao pequeno que, oras, teve &#8220;só&#8221; meio-período do dia com ela.</p>
<p>Em suma, essa é uma dica para mães. Todas elas. Mas, principalmente, para as que se doem por não ter tempo de brincar com o filho ou por não conseguir aproveitar bem o tempo junto. Mulheres que amam estar ao lado da criança, mas que se perdem na organização do dia-a-dia, de tanta coisa que exigem de si mesmas. Que gostariam de passar mais tempo rolando no tapete, mas que não sossegam enquanto não mandar o email ou colocar a roupa na máquina. </p>
<p><strong>Escolha um período para chamar de seu, com seu filho.</strong> Chame de &#8220;dia, manhã, tarde, noite, hora da mamãe&#8221;. E dedique esse espaço da agenda somente a ele. Como se estivesse amamentando. Sim, você está. Alimentando seu pequeno de amor, atenção, dedicação. Ok, você deve pensar que já faz isso. Mas, por um acaso, já deixou claro para a criança que está fazendo isso? E melhor: já permitiu que ela escolhesse o que quer fazer nesses momentos?</p>
<p>A regra é a seguinte: fale que tal hora ou tal dia é de vocês. Reforce que não vai trabalhar, lavar louça, ficar no computador. E diga que ele pode escolher o que quer fazer com você&#8230; Pintar, passear, subir um morro, cantar, dançar, assistir desenho. Bem, eu prefiro excluir a TV dessa hora, mas vale se essa for de fato uma vontade do pequeno e você não fizer isso com frequência. Caso contrário, saia de casa com a cria, respire um ar puro, converse, se divirta. Brinque de massinha, de pintar, de adivinhar, de fazer piquenique. Você pode dar ideias, mas deixe que a escolha final seja da criança, que vai se sentir importante, amada, compreendida, respeitada.</p>
<p>Por menor que seja esse tempo, você vai ver como reabastece o reservatório de alegria do seu filho. Posso garantir. Porque a dica foi dada a mim, por uma pessoa muito querida e informada quanto a piscologia infantil. Para sanar meu sentimento de culpa constante por trabalhar, em home office e na organização do lar. E para Léo matar a saudade dos tempos em que o tempo da mamãe era 99% dele. Funcionou! Nestas manhãs que reservo para nós dois (pelo menos uma por semana), a gente curte muito. Eu, principalmente, por saber que aquele é o momento de esquecer do resto e cuidar dele. Ele, por escolher uma atividade diferente e ter a mamãe fazendo suas vontades! Depois disso, me dedico às outras funções sem dor no coração e com muito mais disposição. E ele segue feliz para a escola&#8230;</p>
<p>Se testarem a dica, me contem o resultado! Boas horinhas com seu filho!</p>
<p>**</p>
<p><em>Esse post foi publicado no meu blog <a href="http://wwwmaedacabecaaospes.com.br">http://wwwmaedacabecaaospes.com.br</a> no final de junho. </em><em>Achei que seria útil divulgar por aqui também. Dica é dica né?</em> <em>Ainda mais se é para acabar com a culpa! Quem tem uma, escreve aí!</em></p>
<p>O post <a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/07/04/ideia-para-maes-multifuncionais/">Ideia para mães multifuncionais</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog.chegoubebe.com.br">Blog Chegou Bebê</a>.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tudo que você queria saber (ou não) sobre os Petit Suisse.</title>
		<link>http://blog.chegoubebe.com.br/2012/06/19/tudo-que-voce-queria-saber-ou-nao-sobre-os-petit-suisse/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jun 2012 14:12:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quem não se lembra do comercial do famoso danoninho vale por um bifinho? (Por favor, todas lembram, né?  Se não vou me sentir muito velha&#8230;rsrrs) Para quem não se lembra ou que nunca viu, o video tá ai&#8230; Comercial Danoninho (1989) Ao contrário do que anunciava a propaganda ele não vale por um bifinho nem [...]</p><p>O post <a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/06/19/tudo-que-voce-queria-saber-ou-nao-sobre-os-petit-suisse/">Tudo que você queria saber (ou não) sobre os Petit Suisse.</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog.chegoubebe.com.br">Blog Chegou Bebê</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/06/19/tudo-que-voce-queria-saber-ou-nao-sobre-os-petit-suisse/petit-suisse/" rel="attachment wp-att-1411"><img class="alignnone size-full wp-image-1411" src="http://blog.chegoubebe.com.br/wp-content/uploads/2012/06/2.jpg" alt="" width="604" height="389" /></a></p>
<p>Quem não se lembra do comercial do famoso danoninho vale por um bifinho?<br />
(Por favor, todas lembram, né?  Se não vou me sentir muito velha&#8230;rsrrs)</p>
<p>Para quem não se lembra ou que nunca viu, o video tá ai&#8230;</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=8aQtO58JP_M">Comercial Danoninho (1989)</a></p>
<p>Ao contrário do que anunciava a propaganda ele não vale por um bifinho nem por um iogurtinho porque na verdade ele não pode ser considerado iogurte. O danoninho é um petit suisse que seria um queijo &#8220;fresco&#8221; acrescido de um monte de porcarias.</p>
<p><strong>Qual a diferença de iogurte e petit suisse?</strong></p>
<p>O processo de produção: que consiste na pasteurização, na fermentação e na concentração do leite de vaca, até que se torne um queijo fresco, não maturado.  Diferentemente do iogurte, na fabricação do petit suisse inclui-se a etapa de concentração da massa com a retirada do soro do leite  o que resulta em uma consistência mais densa e um teor maior de proteína e cálcio (só que não rsrs) &#8230;</p>
<p>Dá uma olhadinha nos ingredientes que vêm no rótulo:</p>
<p>LEITE DESNATADO, XAROPE DE AÇÚCAR, PREPARADO DE MORANGO (ÁGUA, FRUTOSE, POLPA DE MORANGO, CÁLCIO, FÓSFORO, AÇÚCAR, AMIDO MODIFICADO, ZINCO, FERRO, VITAMINAS D E E, ESTABILIZANTES GOMA XANTANA, GOMA CARRAGENA E CARBOXIMETILCELULOSE, ACIDULANTES ÁCIDO TARTÁRICO E ÁCIDO CÍTRICO, AROMATIZANTE, CONSERVADOR SORBATO DE POTÁSSIO E CORANTE NATURAL CARMIM), CREME DE LEITE, CÁLCIO, CLORETO DE CÁLCIO, FERMENTO LÁCTEO, QUIMOSINA E ESTABILIZANTES GOMA GUAR, CARBOXIMETILCELULOSE, GOMA CARRAGENA E GOMA XANTANA. CONTÉM GLÚTEN. PODE CONTER TRAÇOS DE CASTANHA DE CAJU.</p>
<p>E mais, em uma pesquisa realizada pela associação brasileira dos direitos do consumidor, revelou que ele tem muito mais corantes e muito mais açúcar do que se imagina e, ao contrário do que anunciam, não tem a quantidade de vitaminas e ferro falada.</p>
<p>Segue abaixo a pesquisa:</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Pesquisa Proteste sobre Petit Suisse:</strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Açúcar demais, proteína de menos</strong></p>
<p class="MsoNormal">Conforme apuramos em nosso teste, os petit suisse apresentam açúcar em excesso, o que é prejudicial à saúde das crianças que acabam se acostumando ao paladar doce desde cedo. Se uma criança de 7 a 10 anos consumir um potinho estará ingerindo 27% do limite diário máximo de açúcar de absorção rápida. Se tiver de 4 a 6 anos, 32%. Valor muito acima do ideal recomendado – no máximo, 10%.</p>
<p class="MsoNormal">Imaginem para os babys, mamães? <span> </span>Parem e pensem se vale a pena expor os filhos de vocês a isso&#8230;</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Fonte de cálcio e outros minerais</strong></p>
<p class="MsoNormal">Embora sejam fontes comprovadas de minerais e proteínas, os testes provaram que os petit suisse não contêm a quantidade de minerais declarada no rótulo. Os maiores problemas foram detectados nos teores de ferro e cálcio: as quantidades informadas no rótulo eram inferiores às realmente existentes no produto.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>E ainda te enganam, e você acredita?</strong></p>
<p class="MsoNormal">Marcas testadas:</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/06/19/tudo-que-voce-queria-saber-ou-nao-sobre-os-petit-suisse/petit-suisse-2/" rel="attachment wp-att-1412"><img class="wp-image-1412 aligncenter" src="http://blog.chegoubebe.com.br/wp-content/uploads/2012/06/PETIT-SUISSE-631x280-custom.jpg" alt="" width="631" height="280" /></a>Fonte: <a href="http://www.proteste.org.br/" target="_blank">proteste</a></p>
<p class="MsoNormal">O pior  ainda é a frase: Eu dou porque o pediatra liberou&#8230; E as mães, com isso, se livram da culpa para dar aos bebês &#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Uma vez vi uma mãe reclamando <span> </span>que o pediatra dela era péssimo, pois não liberava nada disso e que ela ia trocar de pediatra.</p>
<p class="MsoNormal">Então, me pergunto se a culpa não é das mães que acabam perturbando a cabeça do pediatra para dar essas coisas e ele acaba &#8220;liberando&#8221; para não perder o paciente&#8230; Enfim, acabei conversando e explicando pra ela que um pediatra como o dela é raridade hoje em dia&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Uma outra coisa muito importante: a maioria das mamães vi falando que dão o danoninho ao filho de sobremesa&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">O danoninho é um produto lácteo, portanto, dado após as refeição atrapalha a absorção do ferro, então, além de não ser bom pra nada, ainda atrapalha o que faz bem.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>DANONINHO NÃO É SOBREMESA, É GULOSEIMA.</strong></p>
<p class="MsoNormal">Sobremesa é fruta!</p>
<p class="MsoNormal">A idade recomendada da indústria alimentícia de acordo com a necessidade diária de uma criança é de 4 anos&#8230; (Vem no rótulo do produto)</p>
<p> <a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/06/19/tudo-que-voce-queria-saber-ou-nao-sobre-os-petit-suisse/petit-suisse-3/" rel="attachment wp-att-1413"><img class="wp-image-1413 aligncenter" src="http://blog.chegoubebe.com.br/wp-content/uploads/2012/06/TABELA.jpg" alt="" width="260" height="644" /></a></p>
<p>O objetivo desse meu post é mostrar que de saudável o danoninho não tem nada. Que a mãe que quer dar ao filho, dê ciente de que ele não passa de uma guloseima, porcaria. Que não vai acrescentar em nada na vida do filho e, muito pelo contrário, pode até atrapalhar num futuro bem próximo&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">A Nutricionista Infantil Karine N. Durães em seu blog <a href="http://nutricionistainfantil.blogspot.com.br/" target="_blank">Nutricionista Infantil</a> disse:</p>
<p class="MsoNormal"><em>&#8220; Lembrando que as faixas etárias recomendadas são informadas pela INDÚSTRIA, a parte do processo que, além de outras coisas, visa lucrar com estas vendas&#8230;. se a própria indústria indica, mais a orientação do pediatra e, principalmente, a indicação da nutricionista, você se sente segura de ofertar estes alimentos pro seu bebê, ou seu pequenino de 2 anos?</em></p>
<p class="MsoNormal"><em>Às vezes o que eu ouço como justificativa: meu bebê come isso desde os 4 meses e é uma criança super saudável. O que eu digo é: as consequências, às vezes, não vem agora. E sempre aumenta a probabilidade do seu filho ter uma doença associada a alimentação. Comendo inadequadamente ele está mais perto de ficar doente do que a criança que come corretamente. Você quer isso pro seu pequeno? Eu não gostaria.</em></p>
<p class="MsoNormal"><em>Se a criança não escovar os dentes, vai aparecer cárie amanhã? Ou o processo também demora um pouco? Pois é! Assim é com a alimentação (nem sempre,  a consequência também pode vir na hora como uma imunidade baixa, colesterol alto, um problema intestinal e outras cositas más!).”</em></p>
<p class="MsoNormal">Concordo com esse pensamento e, outra coisa, não é porque sua mãe te dava ou sua avó dava pra sua mãe ou você deu pro seu filho mais velho, enfim, e nunca aconteceu nada, que você também precisa fazer o mesmo&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Os estudos evoluíram, as pesquisas também&#8230; e estão aí pra quem quer seguir e, sinceramente, não entendo por que as mães fazem do danoninho algo indispensável se na verdade ele não faria falta alguma..<br />
<strong><br />
Ah, mas ele ama o danoninho&#8230;</strong></p>
<p class="MsoNormal">A culpa é da mãe que oferece! Se não oferecer o bebê não vai conhecer e, <span> </span>consequentemente, não irá sentir falta e nem pedir&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Até porque depois de 4 anos (com moderação) ele poderá sim comer o danoninho e terá o resto da vida pra isso, não é muito tempo pra esperar é? Ainda mais quando o que está em jogo é a saúde do seu filho&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Além de tudo isso, ainda tem o alto risco do bebê desencadear um quadro alérgico, com o danoninho.</p>
<p>Descobri uma coisa legal, olha só, como nós brasileiros nos contentamos com muito pouco. No Japão, a Danone desenvolveu um &#8220;danoninho&#8221; próprio para bebês de acordo com a necessidade diária a partir de 6 meses&#8230; Olhem só:</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/06/19/tudo-que-voce-queria-saber-ou-nao-sobre-os-petit-suisse/petit-suisse-4/" rel="attachment wp-att-1414"><img class="size-full wp-image-1414 aligncenter" src="http://blog.chegoubebe.com.br/wp-content/uploads/2012/06/DANONINHO-JAPONÊS.jpg" alt="" width="208" height="323" /></a></p>
<p class="MsoNormal">Bom, não entendo japonês, mas pelo que li de uma brasileira que mora lá falando que é completamente diferente desse nosso&#8230;</p>
<p>Eu li que:</p>
<p><em>&#8220;Esse danoninho foi fabricado sem açúcar e com orientação específica de pediatras, fizera até enquete e 90 % dos pais aprovaram por não ser doce e está escrito que pode dar sem  medo para bebês a partir de 6 meses já que é feito de legumes e verduras. Outra coisa  que fala é que só pode dar 1 potinho por dia até o bebê fazer 1 aninho. Depois pode dar conforme o crescimento!&#8221;</em></p>
<p>Mas porque eles não fazem aqui assim também?<br />
Sabe aquele ditado: Para que mexer em time que está ganhando?<br />
Então, se eles começassem a perder o mercado iriam procurar melhorar rapidinho&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Enfim, vou continuar sem dar ao Dudu&#8230; e, para quem quer opções saudáveis, ao invés do danoninho seguem duas dicas:</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Receita básica do danoninho caseiro:</strong></p>
<p class="MsoNormal">1/2 pote de iogurte natural integral (sem açúcar) se puder ser feito em casa melhor ainda.</p>
<p class="MsoNormal"> 2 bananas</p>
<p class="MsoNormal"> Bata tudo e <em>voilá! </em></p>
<p class="MsoNormal"> <strong></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Um danoninho mais saudável </strong>(Se o seu filho já come morango)</p>
<p class="MsoNormal"> 1/2 potinho de iogurte natural integral (sem açúcar)</p>
<p class="MsoNormal"> Alguns morangos</p>
<p class="MsoNormal"> Bata tudo e pronto!</p>
<p class="MsoNormal">Dificil? Não, né gente?</p>
<p class="MsoNormal"> Podemos evitar problemas futuros de formas tão simples&#8230; que tal experimentar? E lembrem-se se os melhores horários para oferecer são café da manhã ou lanche da tarde.</p>
<p class="MsoNormal"> Fica aÍ minha dica.</p>
<p class="MsoNormal">Thais Ventura,  <strong><a href="http://www.asdeliciasdodudu.com.br/2012/06/tudo-que-voce-queria-saber-ou-nao-sobre.html">As delicias do Dudu</a></strong></p>
<p>O post <a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/06/19/tudo-que-voce-queria-saber-ou-nao-sobre-os-petit-suisse/">Tudo que você queria saber (ou não) sobre os Petit Suisse.</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog.chegoubebe.com.br">Blog Chegou Bebê</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Dicas para tornar a hora do banho um momento divertido!!!</title>
		<link>http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/22/dicas-para-tornar-a-hora-do-banho-um-momento-divertido/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 13:28:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cinthia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filhos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Foto: Getty Images Olá Mamães!!! Hoje vou dar algumas dicas a respeito do banho das crianças. A hora do banho costuma ser um momento de descontração e diversão para as crianças. Em casa, tanto a Letícia quanto o Arthur se divertem muito nesse momento do dia e é importante que os pais contribuam para que [...]</p><p>O post <a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/22/dicas-para-tornar-a-hora-do-banho-um-momento-divertido/">Dicas para tornar a hora do banho um momento divertido!!!</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog.chegoubebe.com.br">Blog Chegou Bebê</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong></strong><a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/22/dicas-para-tornar-a-hora-do-banho-um-momento-divertido/bf0493-001/" rel="attachment wp-att-1399"><img class="size-full wp-image-1399 aligncenter" src="http://blog.chegoubebe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/BF0493-001-mother-and-daughter-with-towels-on-heads-gettyimages.jpg" alt="" width="600" height="299" /></a>Foto: Getty Images</p>
<p style="text-align: left">Olá Mamães!!!</p>
<p>Hoje vou dar algumas dicas a respeito do banho das crianças.</p>
<p>A hora do banho costuma ser um momento de descontração e diversão para as crianças. Em casa, tanto a Letícia quanto o Arthur se divertem muito nesse momento do dia e é importante que os pais contribuam para que os filhos associem o banho a um momento prazeroso e não a algo chato ou simplesmente uma obrigação.</p>
<p>Para isso ocorrer, vale comprar brinquedos específicos para hora do banho ou permitir que eles levem alguns dos que já tem e possam ter contato com água. A Letícia, por exemplo, adora levar as bonecas de plástico para tomar banho com ela. O banho dela é naquelas piscininhas rasinhas infláveis.</p>
<p>Eu, geralmente, dou o banho e depois desligo o chuveiro (lembrando que é ecologicamente incorreto o desperdício de água) e deixo ela ficar brincando um tempinho antes de retirá-la (é importante ficar supervisionando sempre para diminuir o risco de qualquer acidente). Percebo que nesses momentos ela deixa a imaginação criar asas: um dia ela brinca que a piscina é um barco cheio de patinhos, no outro ela dá &#8220;sopa&#8221; <span style="text-decoration: line-through">água do banho</span> na boca do caranguejo de borracha e assim por diante&#8230;.</p>
<p>Lembro de um dia em que ela já estava há um bom tempo no banho e fui retirá-la e ela não queria sair de jeito nenhum e começou a chorar, mas eu ignorei e tirei ela mesmo assim. Quando chegamos no quarto para colocar a roupa, ela ainda aos prantos me falou: &#8220;<strong><em>Era o aniversário da Aninha hoje (Aninha é a boneca de plástico do banho) e você me tirou bem na hora que ia cantar parabéns pra ela&#8221;.</em></strong> Fiquei com tanto remorso de ter estragado a festa da Aninha, que permiti que a Letícia voltasse para o banho e cantasse o parabéns rsrs&#8230;</p>
<p>Pode parecer besteira, mas é muito frustrante para as crianças quando interrompemos seu mundo de imaginação e brincadeiras, por isso aprendi a lição e deixo a dica para vocês: Sempre dê um aviso do tipo: <strong><em>&#8220;Termina sua brincadeira que daqui 5 minutos mamãe vai te tirar do banho&#8221;</em></strong>. Assim não corremos o risco de acabar bruscamente, muitas vezes no meio da brincadeira, com esse momento tão prazeroso para eles.</p>
<p>Outra dúvida que as mamães costumam ter é saber por volta de que idade as crianças já estão aptas a tomarem banho sozinhas.</p>
<p>Segundo a neonatologista Clery Bernardi Galacci, <strong><em>&#8220;Não existe uma idade ideal para o pequeno começar a tomar banho sozinho, mas ela explica que para isso acontecer “é preciso avaliar seu grau de equilíbrio. Geralmente, isso é conquistado por volta dos 5-6 anos. O importante é que, mesmo tendo equilíbrio, a criança sempre tome banho sob a supervisão de um adulto, nunca sozinha”.</em></strong></p>
<p>Sendo assim, se você perceber que seu filhote já dá conta do recado, então basta arregaçar as mangas e ensiná-lo como se higienizar no banho.<br />
Seguem também algumas dicas retiradas da revista <em>Crescer</em> sobre alguns cuidados que os pais devem ter hora do banho das crianças:</p>
<p><strong>• Supervisionar o banheiro verificando se há algum objeto ou produto ao alcance da criança que possa causar acidente;</strong></p>
<p>• Garantir que o Box sempre tenha um tapetinho antiderrapante, a fim de evitar quedas;<strong></strong></p>
<p>• Nunca deixar a criança, mesmo que por um minuto, sem a supervisão de um adulto;<strong></strong></p>
<p>• Utilizar sempre produtos específicos para a idade do baixinho já que foram formulados para seu tipo de pele e têm menos chance de provocar alergias;<strong></strong></p>
<p>• Ensinar, desde cedo, seu filho a não tomar a água do banho, afinal, misturada com os produtos de higiene, se ingeridas, podem causar problemas de saúde.</p>
<p>Beijos com cheirinho de espuma&#8230;</p>
<p>Cin &#8211; <a href="http://www.maenual.com.br">Blog MÃEnual de Instruções</a></p>
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		<title>Férias com filhos, sem filhos ou dos filhos?</title>
		<link>http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/16/ferias-com-filhos-sem-filhos-ou-dos-filhos/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 11:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatriz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas & Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[férias com filhos]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Foto: Getty Images Desde que me entendo por mãe, noto certa disparidade entre estas mulheres da mesma espécie, mais conhecida como materna. E também uma grande diferença entre casais, os chamados pais da criança. Cada um com suas características, regras, rotinas, carinhos, valores, atraem meus olhares das mais diferentes formas. Mês passado, estive viajando, e [...]</p><p>O post <a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/16/ferias-com-filhos-sem-filhos-ou-dos-filhos/">Férias com filhos, sem filhos ou dos filhos?</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog.chegoubebe.com.br">Blog Chegou Bebê</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.chegoubebe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/200554807-001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1395" title="200554807-001" src="http://blog.chegoubebe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/200554807-001.jpg" alt="" width="600" height="301" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Foto: Getty Images</p>
<p>Desde que me entendo por mãe, noto certa disparidade entre estas mulheres da mesma espécie, mais conhecida como materna. E também uma grande diferença entre casais, os chamados pais da criança. Cada um com suas características, regras, rotinas, carinhos, valores, atraem meus olhares das mais diferentes formas.</p>
<p>Mês passado, estive viajando, e eis que meus olhos e ouvidos foram diariamente sugados por famílias das mais diferentes raças, nacionalidades, costumes, idiomas. Estava na Disney! Com marido e filho! E, em plenas férias, pude ver as férias de outros tantos núcleos familiares.</p>
<p>Foi um exercício de observação que me trouxe a certeza de que cada um pensa e age de um jeito. Eu vi por lá filhos muito mal educados, batendo em seus pais, gritando, fazendo birra, e até <a title="Mães chinesas, americanas, brasileiras..." href="http://maedacabecaaospes.com.br/?p=915" target="_blank">escrevi sobre isso em meu blog.</a> Vi também crianças civilizadas que não mexem em coisas que não são suas. Vi e gostei de ver crianças com necessidades especiais sendo tratadas como crianças especialmente amadas e incluídas: participando de tudo, indo até em montanha russa.</p>
<p>Mas, o que mais me fez pensar não foi o que vi, mas o que não vi. Lá, crianças de todas as idades estavam devidamente acompanhando seus pais. Não ouvi nenhum casal reclamar, e nem parecer descontente com isso! É o que chamo de “férias com filhos”, literalmente.</p>
<p>Isso me fez lembrar de casais que, quando saem de férias, escolhem simplesmente não levar nenhum filho. Um final de semana, uma semana, quinze dias. Um tempo para marido e mulher se curtirem um pouco. É o que se pode chamar de “férias sem filhos”.  Ótima oportunidade para pai e mãe descansarem, e os pequenos ficarem pertinho de avós.  Às vezes, com uma boa dose de ajuda de babás. Ou sob o cuidado de babás, com uma pitada da ajuda dos avós&#8230;</p>
<p>O que não entra na minha cabeça é como algumas famílias, que supostamente tiram férias em família, conseguem abdicar de momentos tão mágicos juntos. É o que mais vi em uma viagem que fiz para a Bahia, há quase dois anos. Lá, em um resort cheio de babás à disposição, casais curtiam jantares e, na maioria das vezes, dias inteiros, longe dos filhos. Filhos que eles escolheram levar junto, mas que, lá, ficavam sob o cuidado de desconhecidas. É o que podemos chamar de “férias dos filhos”. E notem, a expressão “dos filhos”, neste caso, não quer dizer que os pequenos terão suas próprias férias, mas que os pais querem tirar férias dos filhos!</p>
<p>Para mim, esta é a pior escolha. A mais infeliz e egoísta. Você quer viajar com toda a família? Curta então cada momento. Faça o que não tem tempo de fazer no dia-a-dia. Troque fralda, faça dormir, acorde à noite. Leve para a praia, dê banho de mar, enxugue, dê almoço, durma junto&#8230; O descanso está aí, meu bem.  Não precisar se preocupar com trabalho e casa para poder curtir as coisas mais simples da vida quando se tem&#8230; filhos!</p>
<p>Que fique claro: não tenho nada contra as férias do casal, citada acima. Mas, sim, torço o nariz para casais que tiram pseudoférias familiares. Pais e mães que acham lindo sair na foto junto com as crianças, mas que passam o dia bem longe delas. Que levam o filho, mas largam o coitado onde e com quem der. Se tiver precisando de férias, você com você, ou com seu companheiro, ótimo. Viaje sem filhos. Tenho certeza que, se essa for a opção, vocês vão deixar tudo bem planejadinho para os dias dos mais novos serem repletos de cuidado e carinho!</p>
<p><em>* Se estiver planejando férias com filhos, leia sobre dicas de viagem à Disney com crianças <a title="Dinsey com Crianças - parte 1" href="http://maedacabecaaospes.com.br/?p=901" target="_blank">ali</a>, <a title="Disney com crianças - parte 2" href="http://maedacabecaaospes.com.br/?p=907" target="_blank">lá</a> e <a title="Disney com crianças - fim!" href="http://maedacabecaaospes.com.br/?p=910" target="_blank">cá</a>! </em></p>
<p>Beatriz Zogaib<em> &#8211; </em><a href="http://maedacabecaaospes.com.br/">Mãe da cabeça aos pés</a><em><br />
</em></p>
<p>O post <a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/16/ferias-com-filhos-sem-filhos-ou-dos-filhos/">Férias com filhos, sem filhos ou dos filhos?</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog.chegoubebe.com.br">Blog Chegou Bebê</a>.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dicas para ajudar uma criança a parar de chupar o dedo</title>
		<link>http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/14/dicas-para-ajudar-uma-crianca-a-parar-de-chupar-o-dedo/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 16:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Minha filha mais velha, Ana Júlia, chupou o dedo desde os 6 meses de vida até pouco tempo atrás, com quase 6 anos. No ínicio achamos fofo e ficamos até mesmo felizes ao perceber que ela se acalmava sozinha, adormecia sem a &#8220;ajuda&#8221; dos pais&#8230; mas com o tempo nossa procupação foi crescendo junto com [...]</p><p>O post <a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/14/dicas-para-ajudar-uma-crianca-a-parar-de-chupar-o-dedo/">Dicas para ajudar uma criança a parar de chupar o dedo</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog.chegoubebe.com.br">Blog Chegou Bebê</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/14/dicas-para-ajudar-uma-crianca-a-parar-de-chupar-o-dedo/simone-021-3/" rel="attachment wp-att-1387"><img class="size-full wp-image-1387 aligncenter" src="http://blog.chegoubebe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Simone-0212.jpg" alt="" width="599" height="296" /></a>Minha filha mais velha, Ana Júlia, chupou o dedo desde os 6 meses de vida até pouco tempo atrás, com quase 6 anos.</p>
<p>No ínicio achamos fofo e ficamos até mesmo felizes ao perceber que ela se acalmava sozinha, adormecia sem a &#8220;ajuda&#8221; dos pais&#8230; mas com o tempo nossa procupação foi crescendo junto com nossa mocinha.</p>
<p>Chupar o dedo não é tão saudável quando se engatinha, suja a maozinha no chão, ou quando se tem mais de 2 anos e sabemos que a &#8220;fase oral&#8221; já acabou e, portanto, ela não deveria ter o hábito de chhupar o dedo ou coisa parecida&#8230;</p>
<p>Busquei ajuda com a pediatra e pela internet a fora, e um dos artigos mais interessantes que encontei foi o seguinte :<strong></strong></p>
<p><strong>    Em que ocasiões a criança costuma chupar o dedo? </strong></p>
<p><strong>• Quando quer atenção e não é atendida (contato físico insuficiente);<br />
• Quando é proibida (várias vezes) de fazer algo.;<br />
• Quando nasce outro bebê e a atenção é desviada para o novo integrante da família;<br />
• Quando está brincando distraída, sem ter com quem brincar;<br />
• Quando assiste televisão;<br />
• Quando está com sono.</strong></p>
<p><strong></strong><strong>Nestas ocasiões, geralmente a criança costuma ter o olhar vago, meio distraído. Se ela costuma chupar o dedo, procure então fazer com que a atenção dela seja desviada para uma outra coisa ou atividade.</strong><strong></strong></p>
<p><strong>    Por que não tentar os seguintes métodos?</strong></p>
<p><strong>• Chame a criança para fazer atividades alegres e divertidas. Brincadeiras que façam uso do corpo, do dedo, cante com a criança, etc.<br />
• Determine o horário para assistir a televisão. Não deixe o aparelho ligado direto. Se puder, faça companhia à criança.<br />
• Oriente verbalmente, fale sobre a falta de higiene ou que a carinha dela vai ficar feia, pois chupar o dedo prejudica o alinhamento dos dentes, etc.<br />
• Faça a criança movimentar-se bastante ao ar livre.<br />
• Providencie um ambiente onde ela possa fazer amigos.<br />
• Quando a criança perguntar algo, responda. </strong><br />
<strong>* Existem vários meios de resolver o problema. Comece pelo que é possível ser realizado.</strong><strong></strong></p>
<p><strong>    Procure evitar:</strong></p>
<p><strong>• Repreender<br />
• Ameaçar<br />
• Ridicularizar<br />
• Castigar<br />
• Forçar colocando remédio no dedo, enfaixando ou colocando esparadrapo<br />
• Forçar a todo custo a criança a deixar o hábito não vai resolver o problema. Forçá-la pode ocasionar efeitos contrários, piorar o hábito e inclusive fazê-la substituir a mania de chupar o dedo por outra (roer a unhas, por exemplo). Por isso é importante estar com a mente tranquila, fazer com que o dia-a-dia se torne mais descontraído, sem muitas preocupações.”</strong></p>
<p>A partir disso tentei trabalhar com tranquilidade, sem pressão, pra não piorar, apesar de estar bem preocupada.</p>
<p>Quatro fatores me causavam mais incômodo:</p>
<ol start="1">
<li>Associar o hábito à carência (ela tem 2 irmãs mais novas e nem sempre ganha a atenção que quer ou precisa).</li>
<li>Saber que o dedo e a unha contêm microorganismos que nem bem sabemos quais, e nem sempre nos certificamos que ela tenha lavado as mãos antes de colocar o dedo na boca (por isso lhe dava remédios para verminose com grande frequência).</li>
<li>Os prejuizos à dentição (que começavam a ficar evidentes).</li>
<li>Interferência na fala (sua língua ficou flácida e por isso ela não pronunciava os sons cla, bra, tra; etc).</li>
</ol>
<p>O problema na fala nos levou a iniciar um tratamento com a Fonoaudiologa, 1 vez por semana ela faz a terapia, mas além disso a fono nos deu uma apostila com atividades complementares ao tratamento. A apostila contem histórias, desenhos e jogos que fazemos em dupla.</p>
<p>Com essa atividade tínhamos um bom pretexto para passarmos tempo juntas porque, convenhamos, sabemos da necessidade de dispensar atenção à criança, mas nem sempre sabemos como e somos engolidos pela correria do dia-dia sem nos darmos conta exatamente de quanto tempo estamos ou não tendo com nossos filhos. Então, foi assim, através desse tempo com a Ana, da atenção que dediquei exclusivamente a ela (algumas vezes, 20 minutos, outras 1 hora) que ela deixou de chupar o dedo.</p>
<p>Não foi nada fácil. E ainda não é, por que ainda temos muito treinamento pela frente. Preciso colocar as mais novas na cama (e isso demora) e já tarde da noite, com a Ana cansada (e eu ainda mais) é tudo bem exaustivo, mas igualmente compensador. Foi um grande passo para ela e para mim, nos sentimos vitoriosas!</p>
<p>Alyne Afonso,</p>
<p>Blog <a href="http://sermaesemsermao.blogspot.com.br/"><strong>Ser mãe é</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/14/dicas-para-ajudar-uma-crianca-a-parar-de-chupar-o-dedo/">Dicas para ajudar uma criança a parar de chupar o dedo</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog.chegoubebe.com.br">Blog Chegou Bebê</a>.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O dia das mães e as escolas&#8230;</title>
		<link>http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/09/o-dia-das-maes-e-as-escolas/</link>
		<comments>http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/09/o-dia-das-maes-e-as-escolas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 May 2012 00:36:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Loreta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filhos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#160; Fazem 2 anos que meus filhos frequentam a escola, a gente sabe que as escolas seguem um calendário de festas, comemorações, datas especiais&#8230; O dia das mães é sem dúvida nenhuma uma das datas mais importantes neste calendário escolar mas, tenho observado que as escolas estão meio que perdendo a mão nestas comemorações&#8230; É [...]</p><p>O post <a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/09/o-dia-das-maes-e-as-escolas/">O dia das mães e as escolas&#8230;</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog.chegoubebe.com.br">Blog Chegou Bebê</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/09/o-dia-das-maes-e-as-escolas/presente-dia-das-maes/" rel="attachment wp-att-1378"><img class="aligncenter size-full wp-image-1378" src="http://blog.chegoubebe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/presente-dia-das-maes.jpg" alt="" width="450" height="360" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fazem 2 anos que meus filhos frequentam a escola, a gente sabe que as escolas seguem um calendário de festas, comemorações, datas especiais&#8230;</p>
<p>O dia das mães é sem dúvida nenhuma uma das datas mais importantes neste calendário escolar mas, tenho observado que as escolas estão meio que perdendo a mão nestas comemorações&#8230;</p>
<p>É claro que a gente fica super feliz com todos os mimos e agradinhos que as crianças fazem nas apresentações e tudo o mais mas, até que ponto o fator comercial deve ser considerado nas escolas??</p>
<p>Eu já vi comemoração de todo tipo: tem escola que cobra um valor e manda uma surpresa (uma foto, uma toalha, um relógio personalizado&#8230;), tem escola que organiza uma festinha com apresentação de música e tudo mais, é tudo muito bacana mas, tenho sentido falta de um presente que realmente tenha valor pra mim, como mãe.</p>
<p>E o que poderia ser este presente?</p>
<p>Como os meus filhos são muito pequenos, eu ficaria muito feliz em receber algo feito com as próprias mãozinhas deles, com o esforço criativo deles, tipo um cartão, uma caixa de palitos de sorvete, uma tela pintada a dedo&#8230;</p>
<p>Algumas amigas com filhos maiores me comentaram que as crianças ficam super constrangidas de ter que dançar musiquinhas, fazer cartõezinhos e etc., para estes eu proporia uma discussão sobre o porque desta comemoração.</p>
<p>Afinal, qual a importancia da mãe? Como são as mães pelo mundo? São todas iguais? Xiiii, tem tema pra caramba pra fazer esta molecada pesquisar, pensar e valorizar ainda mais as mamães que têm.</p>
<p>Outro fator que me incomoda é que, infelizmente, nem todo mundo tem uma mãe presente para participar destas comemorações ou para receber estes presentes, falo por experiencia própria quando digo que, é frustrante estar diante dos colegas de escola e não poder participar porque eu sou diferente, e isto vale também para o dia dos pais.</p>
<p>As famílias estão cada vez mais modernas e com novos formatos, estas crianças que fazem parte destas famílias precisam mesmo passar por este constrangimento?</p>
<p>Uma amiga de twitter (não lembro o nome agora, desculpe!) fez um post interessantíssimo onde sugeria que as escolas adotassem  um Dia da Família ao invés de celebrações isoladas de dia das mães e dia dos pais, achei a idéia excelente!</p>
<p>Desta maneira estaríamos promovendo a inclusão de todos e as relações entre toda a comunidade escolar, o que também é muito importante na formação das crianças!</p>
<p>Para este dia das mães, muito mais do que presentes, eu desejo que todos nós, mães, filhos e educadores, possamos refletir sobre aquela máxima que é o meu guia da maternidade: AS CRIANÇAS APRENDEM POR EXEMPLO!!!</p>
<p>Quais os exemplos que queremos passar? Qual o mundo que queremos deixar de herança??</p>
<p>Que o dia das mães de voces seja iluminado com muito amor, carinho e alegrias afinal, o que vale mesmo nesta vida é ser feliz e estar ao lado de quem a gente ama!! <img src='http://blog.chegoubebe.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bjos,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Loreta;)</p>
<p><em>PS: Imagem Google</em></p>
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		<title>Você acha lindo as dobrinhas do seu filho?</title>
		<link>http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/07/voce-acha-lindo-as-dobrinhas-do-seu-filho/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 19:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Fiz um post sobre a rotina do Dudu e me espantei com uns comentários, quem quiser ler está aqui. Fiquei seriamente preocupada com alguns pensamentos de algumas mães, deixo bem claro que cada mãe faz o que acha melhor para o filho, mas vou colocar um texto aqui em baixo e espero que tenham paciência [...]</p><p>O post <a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/07/voce-acha-lindo-as-dobrinhas-do-seu-filho/">Você acha lindo as dobrinhas do seu filho?</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog.chegoubebe.com.br">Blog Chegou Bebê</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fiz um post sobre a rotina do Dudu e me espantei com uns comentários, quem quiser ler está <a href="http://asdeliciasdodudu.blogspot.com.br/2012/05/rotina-receita-de-leitora.html">aqui</a>. Fiquei seriamente preocupada com alguns pensamentos de algumas mães, deixo bem claro que cada mãe faz o que acha melhor para o filho, mas vou colocar um texto aqui em baixo e espero que tenham paciência para ler, é um pouco grande mas vale a leitura&#8230;</p>
<p>Boa leitura a todos.</p>
<p><a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/07/voce-acha-lindo-as-dobrinhas-do-seu-filho/bebe-gordinho-2/" rel="attachment wp-att-1372"><img class="wp-image-1372 aligncenter" src="http://blog.chegoubebe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/bebê-gordinho1.jpg" alt="" width="600" height="300" /></a><br />
<strong>Obesidade Infantil</strong></p>
<p>Segundo a Sociedade de Pediatria de São Paulo, a obesidade já atinge 10% das crianças e 20% dos adolescentes brasileiros. Ela está presente em todas as classes sociais e já se tornou um problema de saúde pública.</p>
<p>As causas da obesidade são muitas:<strong> má alimentação</strong>, <strong>sedentarismo</strong>, <strong>antecedentes familiares</strong>, <strong>hormonal</strong>.<br />
As conseqüências são várias: <strong>aumento de colesterol, risco de contrair diabetes e doenças cardiovasculares, problemas respiratórios e ortopédicos, provocados pela sobrecarga de peso, com lesão do sistema ósteoarticular, principalmente nos períodos de estirão do crescimento.</strong></p>
<p><strong>Bebês estão sendo superalimentados com leite em pó</strong></p>
<p>Segundo um estudo produzido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), muitos bebês, que usam o leite em pó como principal alimento, estão sendo superalimentados nos seus primeiros meses de vida, o que pode explicar, em parte, porque a obesidade infantil vem aumentando tanto nos últimos 20 anos.</p>
<p>Algo de mágico deve existir no leite materno, porque as necessidades calóricas dessas crianças que são alimentadas exclusivamente de leite materno são cerca de 7% menor do que aquelas que se alimentam de leite em pó.</p>
<p>No mesmo sentido, vários países do mundo vêm estudando o papel da amamentação no peito na prevenção da obesidade. A relação existe, embora o mecanismo não seja totalmente entendido. Mas existem hipóteses que vão em três direções, e que podem ser complementares. Pela abordagem comportamental, amamentar no peito seria um sinal de que a mãe dá mais tempo e cuidados ao bebê. Desta forma, também continuaria se ocupando de sua alimentação depois que ele deixa o peito.</p>
<p>A segunda hipótese seria a da auto-regulação que o aleitamento proporciona ao bebê, que mama apenas o quanto precisa e pára quando está satisfeito. Na mamadeira as mães sempre acabam forçando, pois querem que o bebê &#8221;tome tudo&#8221;.</p>
<p>Finalmente, a terceira explicação seria um estudo desenvolvido por uma equipe do Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati, EUA, que revelou que o leite materno contém uma proteína capaz de diminuir o risco de obesidade. Foi verificada a presença de altos níveis de uma proteína, a adiponectina, que regula como o corpo processa açúcares e as substâncias gordurosas do leite.  Para os cientistas, a presença desta proteína no leite materno pode influenciar a obesidade do futuro adulto.</p>
<p><strong>ERRO INICIAL</strong></p>
<p>Em geral, os bebês preferem sabores doces e salgados aos amargos e azedos. Essa preferência tem uma explicação evolucionária: o doce é indicativo da quantidade de energia da comida e a aversão a azedos e amargos uma forma de proteção contra alimentos estragados. Daí se chamar de &#8221;paladar infantil&#8221; aquela pessoa que só aceita sabores mais primários.</p>
<p><strong>Quanto mais a criança for estimulada em experimentar o paladar de alimentos de sabores mais delicados, menos tolerante ela será ao excesso de sal e do açúcar, que é a condição ideal para a alimentação mais natural e integral.</strong></p>
<p>Infelizmente, o inverso da equação também dá certo, ou seja, <strong>quando a criança se acostuma com refeições muito doces ou salgadas, acaba não conseguindo apreciar o sabor mais sutil de frutas e legumes.</strong></p>
<p>A família toda deve ser envolvida na reeducação alimentar, senão não funciona. Dar o exemplo é fundamental. Educação alimentar, talvez, seja a melhor expressão, pois é como se muitas crianças &#8211; e adultos também &#8211; fossem analfabetas no assunto. Assim como quase tudo na vida, comer é algo que se aprende, e para isso o paladar deve ser treinado. Nesse processo, além do exemplo, pesa a determinação dos pais &#8211; que também precisam ser &#8221;educados&#8221;, é claro.</p>
<p>Vale a pena insistir em apresentar um novo alimento à criança, em vez de ceder na segunda vez que ela disser que não gosta. Segundo estudos, é preciso oferecer uma comida nova cerca de dez vezes a uma criança até ela se familiarizar com o alimento.</p>
<p><strong>Carinho que alimenta</strong></p>
<p>Segundo pesquisa da psicóloga Patrícia Spada, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a obesidade infantil muitas vezes decorre de uma dificuldade de comunicação entre a mãe e seu filho, desde antes da fala. Patrícia avaliou 92 mulheres com filhos obesos, de até 10 anos, em que a doença não tinha causas hormonais.</p>
<p>&#8221;Muitas mães de crianças obesas demonstram dificuldade em perceber o que o filho quer quando chora, que pode ser por fome, mas também pode ser por frio e necessidade de carinho. Acabam fazendo da comida o único vínculo entre eles&#8221;, explica a psicóloga. Assim, o ato de comer passa a ser fonte não só de energia, mas também de afeto.</p>
<p><strong>Pais não querem enxergar a obesidade dos filhos</strong></p>
<p><strong>Pais de crianças e adolescentes custam admitir que seus filhos estão acima do peso</strong>, segundo uma pesquisa (Hospital Derriford, em Plymouth, Inglaterra) com os pais de 277 crianças obesas, quando apenas 25% deles admitiam que seus filhos estavam com excesso de gordura corporal.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Um terço das mães e um pouco mais da metade dos pais disseram que elas estavam com o peso &#8220;normal&#8221;. Tal fato pode sinalizar uma relutância em admitir um problema ou por comodismo, já que estar acima do peso se tornou algo comum.</strong></p>
<p>Mas para resolver tal problema é fundamental o reconhecimento e a participação dos pais. Afinal, é quase impossível que as crianças resolvam esse problema sozinhas.</p>
<p><strong>Dizer que criança gordinha é criança saudável é coisa do passado</strong>. Hoje é consenso que criança saudável é aquela que está dentro do seu peso e tem uma <strong>alimentação equilibrada</strong>.</p>
<p>Sabemos que 80% das crianças obesas se tornarão adultos obesos. <strong>E quanto mais cedo essa obesidade se apresentar, mais doenças associadas a ela vão surgir</strong>. Diabetes, hipertensão arterial, aumento de colesterol e triglicérides levam a doenças do coração e problemas ortopédicos. E, pasmem, a obesidade está ligada até ao câncer.</p>
<p>Para saber se seu filho está acima do peso, o médico irá calcular o IMC (peso dividido pela altura ao quadrado) e aplicá-lo a uma curva de crescimento.</p>
<p><strong>Crianças obesas têm mais chance de doença cardíaca</strong></p>
<p>Pesquisadores da Universidade de Tulane, EUA, baseados no mais recente estudo sobre a obesidade infantil, afirmam que crianças com excesso de gordura corporal tendem a ter o ventrículo esquerdo do coração maior quando crescem, aumentando as chances de doenças cardíacas.</p>
<p>Os dados mostram uma necessidade de prevenir problemas de peso ainda na infância, evitando sobrecarregar o coração com carga extra da pressão sanguínea, e outros problemas de saúde correlatos, que podem contribuir para uma mudança na estrutura do coração.</p>
<p>Promover uma mudança no estilo de vida das crianças é a melhor maneira de combater o avanço da obesidade infantil.<br />
Apesar da desnutrição ainda ser uma realidade brasileira, 70 milhões de brasileiros (40% da população), estão acima do peso adequado.</p>
<p>Levantamento nacional feito em 1975 e 1997 mostra que a obesidade aumentou de 8% para 13% em mulheres, de 3% para 7% em homens e de 3% para 15% em crianças.</p>
<p>E, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), a obesidade infanto-juvenil no Brasil subiu 240% em 20 anos. Esse dado assustador se deve aos hábitos alimentares inadequados e pouca atividade física.</p>
<p>Além do sedentarismo que atinge nossas crianças, os alimentos tradicionais da cultura brasileira (<strong>arroz, feijão, carne, saladas, legumes e frutas</strong>) foram substituídos por alimentos industrializados de alto valor calórico, mas nutricionalmente pobres (caloria vazia). Nos lanches, ao invés de frutas ou sanduíches leves, as crianças comem salgadinhos industrializados, frituras, biscoitos recheados e refrigerantes.</p>
<p>A solução para esse grave problema de saúde pública, é promover mudanças no estilo de vida da população.</p>
<ul>
<li>Praticar atividades físicas diariamente por pelo menos 30 minutos: caminhar, andar de bicicleta, jogar bola, correr, nadar. Temos de incentivar a prática da atividade física prazerosa e criativa. A atividade física adequada depende da aptidão e da escolha da criança. Exercitando-se com prazer, ela não abandona o esporte.</li>
</ul>
<ul>
<li>Fazer todas as refeições com os alimentos adequados para cada uma delas: café da manhã, lanche, almoço, lanche vespertino, jantar e ceia.</li>
</ul>
<ul>
<li>Não substituir água e sucos naturais por refrigerantes ou sucos artificiais</li>
</ul>
<ul>
<li>Aumentar o consumo de frutas, verduras e legumes diariamente, em especial os da estação.</li>
</ul>
<ul>
<li>As refeições devem ser feitas à mesa, com tranqüilidade.</li>
</ul>
<p>Nunca é tarde para ensinar bons hábitos alimentares aos nossos filhos. E quanto mais cedo começarem as mudanças, melhor. Instalar hábitos alimentares saudáveis aos três anos é mais fácil do que quando a criança está com 10 anos. Se a criança já está gordinha, sinal de problema e não é hora de cruzar os braços e deixá-la comer o que quiser.</p>
<p>Tratado o problema no seu início as chances dela tornar-se um adulto obeso ou com um manequim padrão são as mesmas: de 50%. Já um adolescente obeso reduz para cerca de 20% a sua probabilidade de vir a ter um peso normal um dia, se não interromper o ciclo vicioso que o leva a comer em excesso.</p>
<p><strong>Dez erros a serem evitados</strong></p>
<p>1. Brincadeiras e distrações: hora de comer é hora sagrada, evitar distrações, visitas, telefonemas, fazer aviãozinho. Cuidado com os mimos e a manha;<br />
2. Sempre dizer sim: criança sem limites abusa na quantidade e na péssima escolha do alimento. Deve-se buscar ser mais liberal em outras situações;<br />
3. Ceder ao primeiro não gosto disso: a criança tende a dizer que não gosta do que nunca provou. Cada um pode comer o que quiser, mas experimentar é fundamental;<br />
4. Comida como recompensa: &#8221;coma esta salada para ganhar a sobremesa&#8221; passa a idéia de que salada não é bom e que a sobremesa é tudo de bom;<br />
5. Lanches fora de hora: o ideal são 6 refeições diárias, e evitar beliscar fora de hora;<br />
6. Chantagem: &#8221;se não comer a cenoura, não ganha presente&#8221;. Isso só vai aumentar o ódio que a criança sente dos legumes;<br />
7. Substituir refeições: não quer arroz e feijão, então toma só a sobremesa. Esse erro é muito comum, e se a criança conseguir uma vez, vai repetir a estratégia sempre;<br />
8. Tornar o comer na rua um programão: a comida de casa vai ficar meio sem graça;<br />
9. Falta criatividade na comida: a criança vai enjoar;<br />
10. Dar o exemplo: não adianta mandar tomar sucos e beber refrigerante.</p>
<p>Texto extraído do livro <a href="http://www.viverzen.com.br/doce-limao/de-bem-com-a-natureza.html">De BEM com a Natureza</a> &#8211; Cuidando do seu filho com a Alimentação Viva &#8211; Conceição Trucom &#8211; editora Alaúde. Um livro Especial Kids.</p>
<p>Já falei sobre obesidade no blog <a href="http://asdeliciasdodudu.blogspot.com.br/2012/02/cuidado-com-o-sobrepeso.html">AQUI</a> também&#8230;</p>
<p>Thais Ventura &#8211; <a href="http://asdeliciasdodudu.blogspot.com.br/">As delícias do Dudu</a></p>
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		<title>Sobre Famílias (im)Perfeitas&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 21:35:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cinthia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filhos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Foto: Getty images Essa semana, uma pessoa me falou que minha família parece aquelas perfeitas de comercial de margarina e perguntou-me qual a fórmula mágica para isso. A verdade é que estamos longe de ser uma dessas família (se é que realmente exista alguma). Eu não sou uma mãe perfeita e admito isso com toda [...]</p><p>O post <a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/02/sobre-familias-imperfeitas/">Sobre Famílias (im)Perfeitas&#8230;</a> apareceu primeiro em <a href="http://blog.chegoubebe.com.br">Blog Chegou Bebê</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blog.chegoubebe.com.br/2012/05/02/sobre-familias-imperfeitas/200280711-001-2/" rel="attachment wp-att-1365"><img class="size-full wp-image-1365 aligncenter" src="http://blog.chegoubebe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/200280711-0011.jpg" alt="" width="507" height="338" /></a>Foto: Getty images</p>
<p>Essa semana, uma pessoa me falou que minha família parece aquelas perfeitas de comercial de margarina e perguntou-me qual a fórmula mágica para isso. A verdade é que estamos longe de ser uma dessas família (se é que realmente exista alguma).</p>
<p>Eu não sou uma mãe perfeita e admito isso com toda humildade&#8230;Se eu gostaria de ser? Claro, no entanto, sou humana e cometo erros como qualquer um. Se me culpo por eles? Sim, e às vezes choro de remorso quando coloco a cabeça no travesseiro e lembro que falei alto e rispidamente com a Letícia quando ela derrubou o suco na hora do almoço ou fiquei irritada com a demora do Arthur para dormir&#8230;</p>
<p>Sim, eu me irrito, grito, perco a paciência, fico mal humorada, rezo por sossego, me cobro, me culpo&#8230;<br />
Eu também não sou uma esposa perfeita. Fico insuportável nas minhas TPMs (e nessas épocas marido pergunta constantemente que dia troquei a ferradura), não sei cozinhar nada bem, muitas vezes prefiro dormir a namorar, não acordo linda e maquiada, eu&#8230;ops, chega de falar dos meus defeitos (não quero  correr o risco do marido começar a contabilizá-los e descubra quão numerosos são).</p>
<p>Mas talvez o que nós temos e que faz as pessoas acreditarem que somos uma família perfeita é o amor que transborda pelos poros e inunda nosso lar.</p>
<p>As crianças são cheiradas, abraçadas e beijadas tantas vezes a ponto da Letícia um dia me falar: mamãe não me beija hoje tá? rs, e adoramos ficar os 4 empuleirados na cama com um filho montado em cada barriga ou papai tocando violão e todo mundo em volta sugerindo músiquinhas.</p>
<p>E nos momentos difíceis nos mantemos unidos, como na 1° vez que a Letícia ficou hospitalizada tomando soro e eu e marido choramos abraçados quando a enfermeira pegou a veinha dela com nossa princesinha aos berros ou como na vez que o Arthur pegou seu 1° resfriado, tão pequenininho, e nos revezavamos na madrugada para olhá-lo no berço.</p>
<p>Porque acreditamos sinceramente que somos uma equipe e que juntos conquistaremos muitas e muitas vitórias.<br />
Portanto, o que eu tenho a dizer para as mães que assim como eu, se culpam por suas imperfeições e erros cometidos, é que sim,  vamos errar muitas vezes ainda e terão momentos em que as coisas parecerão realmente difíceis&#8230; mas o amor, a fé e a união são ingredientes que quando presentes dentro de um lar conseguem transpor qualquer obstáculo que vier a surgir.</p>
<p>Sinto um amor tão grande por minha familia imperfeita que mal cabe no peito e sei que esse amor vai me conduzir para uma vida plena e cheia de alegrias. Adoro pensar que estamos só começando e que ainda teremos uma infinidade de momentos felizes para vivermos juntos&#8230; Pois podem ter certeza, isso é muito maior e melhor que qualquer família de comercial de margarina.</p>
<p>Cinthia Moralles</p>
<p>Blog Mãenual de Instruções: http://www.maenual.com.br</p>
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